Gestão de transportes
Como reduzir o tempo de espera por maqueiro no hospital
Por Jump Systems · · 5 min de leitura
A espera por maqueiro raramente é um problema de falta de gente. Ela se acumula em quatro pontos: pedido incompleto, acionamento sem critério, paciente que não está pronto e falta de medição. Registrar cada etapa mostra qual deles pesa mais no seu hospital.
Onde a espera se esconde
Quando o transporte atrasa, a primeira reação é pedir mais maqueiros. Mas a espera costuma ter causas diferentes, e cada uma pede uma ação diferente.
- Pedido incompleto: sem origem, destino ou meio de transporte, o maqueiro precisa ligar de volta.
- Acionamento sem critério: quem está mais perto ou é mais urgente não define quem vai.
- Paciente não liberado: o maqueiro chega e o paciente ainda está sendo preparado.
- Falta de medição: sem tempo registrado, ninguém sabe qual desses pontos pesa mais.
Comece pelo pedido
Um pedido completo informa quem solicita, o nome do paciente, origem, destino, o meio de transporte (maca, cadeira, cama), a finalidade e as precauções. Em um sistema, esses campos são obrigatórios e o pedido não sai incompleto. No telefone, depende de memória.
Defina prioridade e prazo
Alta que libera leito para o pronto-socorro e transporte para exame agendado não têm a mesma urgência. Definir prioridades e prazos por etapa (resposta, deslocamento, conclusão) transforma a fila em algo que a central consegue gerenciar e que a gestão consegue cobrar.
Separe o atraso do serviço do atraso da unidade
Quando o chamado é encerrado porque o paciente não estava disponível, esse motivo precisa ficar registrado. Sem essa separação, a central responde por esperas que começam na unidade solicitante.
Meça por 30 dias antes de mudar a escala
Com 30 dias de chamados registrados, dá para ver os picos por horário e por origem. A escala pode ser ajustada com base nesses picos, em vez de aumentar o quadro de forma geral.