Gestão hospitalar
Giro de leito: o caminho entre a alta e o leito liberado
Por Jump Systems · · 5 min de leitura
O giro de leito depende de uma cadeia de setores de apoio: transporte do paciente, limpeza terminal e reposição de enxoval. O tempo se perde nas passagens entre eles, onde ninguém é dono do processo inteiro.
Uma alta, vários setores
A alta assinada não libera o leito. Entre ela e o próximo paciente existem etapas que passam por equipes diferentes: o paciente precisa sair, o leito precisa ser higienizado, o enxoval precisa ser trocado e a disponibilidade precisa chegar a quem regula as internações.
Onde o tempo se perde
- Entre a alta e o transporte: o chamado depende de ligação e de alguém lembrar.
- Entre a saída do paciente e a limpeza: a equipe de higienização descobre que o leito está vago por acaso.
- Entre a limpeza e a liberação: o leito está pronto, mas ninguém avisou.
- Na reposição de enxoval: a troca de roupa de cama atrasa o leito que já foi limpo.
Cada setor mede o seu pedaço, ninguém mede o todo
É comum que o transporte tenha a sua planilha, a higienização o seu controle e o enxoval o seu pedido. Cada um cumpre o seu prazo e, mesmo assim, o leito demora. Sem um registro único do estado do leito, a gestão enxerga o resultado final, mas não a causa.
O que muda com um fluxo único
Quando a alta aciona automaticamente os setores envolvidos e cada etapa é registrada na mesma linha do tempo do leito, a gestão consegue ver em qual passagem o tempo se acumula e agir sobre ela. É o princípio por trás de plataformas como a VIAH Hospitalar.